• Atualmente no comando do Troféu Mulher de Pedra

Augusto Antônio Carvalho Barreiros Damas

Mais conhecido no meio cultural como Augusto Damas, natural de Petrópolis (RJ), e residente atualmente em Teresópolis (RJ), é escritor, poeta e jornalista.


Fundador do extinto Jornal Projeto Solução; criador do Projeto Meta-Coeso; presidente de honra do Comitê de Imprensa de Teresópolis; presidente do tradicional e honorífico ‘Troféu Mulher de Pedra Jubileu de Ouro e membro fundador da Oficina de Poesia e de Criação.


Autor do livro ‘Expoentes Teresópolis’. Recebeu Votos de Congratulação da Câmara Municipal de Teresópolis por seus relevantes serviços prestados à comunidade teresopolitana.


Foi agraciado pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA – com as seguintes honrarias:




Diploma de Paladino da Cultura;

Diploma alusivo aos 150 anos de Migração Italiana ao Brasil e a Medalha Alusiva aos 150 anos de Nascimento de Santos Dumont.



Artigos de Augusto Damas


Por Augusto Damos 8 de junho de 2026
A imprensa no Brasil teve início em 1808, com a chegada da corte portuguesa liderada por Dom João VI ao Rio de Janeiro. Até então, a circulação de informações impressas era proibida na colônia. A mudança ocorreu com a instalação da Imprensa Régia, na residência de Antônio Araújo de Azevedo, o Conde da Barca, localizada na Rua do Passeio, nº 44, no centro da capital. O equipamento tipográfico, trazido da Inglaterra, possibilitou a produção das primeiras publicações oficiais no país. Em 10 de setembro de 1808, passou a circular a Gazeta do Rio de Janeiro, considerado o primeiro jornal publicado em território brasileiro. De caráter oficial, o periódico divulgava informações de interesse da corte portuguesa, como atos governamentais, notícias da família real e acontecimentos da política europeia, especialmente relacionados às guerras napoleônicas. No mesmo ano, em 1º de junho, foi criado em Londres o Correio Braziliense, editado por Hipólito José da Costa. Diferente da Gazeta, o jornal apresentava uma linha editorial crítica, defendendo ideias liberais como a monarquia constitucional e o fim da escravidão. Por esse motivo, enfrentou resistência da corte portuguesa e circulava no Brasil de forma clandestina. O Correio Braziliense foi publicado até 1822, totalizando 175 edições. Historicamente, há divergências sobre qual teria sido o primeiro jornal brasileiro: sob o critério cronológico, o pioneirismo cabe ao Correio Braziliense; já considerando o local de impressão, a primazia é da Gazeta do Rio de Janeiro. Com a evolução da imprensa, surgiu em 1º de junho de 1821 o Diário do Rio de Janeiro, dirigido por Zeferino Vitor de Meirelles. Inicialmente voltado a anúncios e informações comerciais, o periódico também passou a abordar temas políticos, demonstrando alinhamento com as ideias de independência. A censura à imprensa foi formalmente abolida por decisão das Cortes de Lisboa, mas a garantia plena da liberdade de expressão no Brasil só foi consolidada com a Constituição de 1824. No século XX, os meios de comunicação avançaram para além do impresso. Em 20 de abril de 1920, teve início a radiodifusão no país, com iniciativas lideradas por Edgar Roquette-Pinto no Rio de Janeiro. Já em 1950, o Brasil entrou na era da televisão com a criação da TV Tupi, idealizada por Assis Chateaubriand. A emissora foi pioneira na transmissão de imagens no país, permanecendo em atividade até 1980. Atualmente, com o avanço das tecnologias digitais e da inteligência artificial, os meios de comunicação continuam em constante transformação, ampliando o acesso à informação e redefinindo a forma como a sociedade se comunica.  Comendador Augusto Antonio Carvalho Damas