Professor Nicolas Theodorides

Formado em História com 2ª Licenciatura Português – Inglês e Associate Degree em Anthropology and Religion na Unilogos.


Pós-Graduações em História do Brasil, História Social, Sociologia, Filosofia e Gestão Escolar. Mestre em História Comparada na UFRJ e Master of Arts in Religion Science (MASR) na Logos University International. Doutor em História na Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO). Pós-Doutor em Educação com ênfase em História na Logos University International.


Professor Associado da Logos University International atuando como orientador e avaliador de dissertações e teses, principalmente na área da Educação.


Professor do município de Teresópolis desde 2013 e eleito para diretor no triênio 2026-2028 na escola Municipal Professora Mariana Leite Guimarães em Bonsucesso, 3º distrito de Teresópolis.


Treze livros publicados e artigos em várias antologias, jornais, revistas especializadas e com participações em congressos nacionais e internacionais. Foi colaborador do jornal “O Diário de Teresópolis” com artigos semanais desde 2010 até o início de 2017, contando com mais de 220 artigos já publicados.


Pesquisador do Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER) na UFRJ. Pesquisador no grupo de pesquisa Política, Sociedade e Economia do Brasil no longo século XIX, da Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO, coordenado pela professora Dra. Vitoria Fernanda Schettini no CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.


Membro da Academia Teresopolitana de Letras (ATL) ocupando a cadeira nº 14. Membro da Academia de Letras do Brasil como fundador em 2018 e atualmente como Presidente do Estado do Rio de Janeiro da Academia de Letras do Brasil. Escritor da Ordem de Platão. Membro do Elos Clube Internacional de Teresópolis, atualmente exercendo a presidência no mandato 2025 até 2027 e da FALERJ – Federação das Academias de Letras do Estado do Rio de Janeiro.



Membro da Oficina de Poesia & Criação em Teresópolis. Membro da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA). Membro fundador do IHGT – Instituto Histórico e Geográfico de Teresópolis. Membro da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil, ocupando a cadeira 62 e Membro da Academia Brasileira de História e Literatura ocupando a cadeira 50. PhI – Doutor em Filosofia Univérsica – Philosophos Immortalem, Doutor Honoris Causa em Letras pela Logos University International, Doutor Honoris Causa em História pela OMDDH – Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos e Doutor Honoris Causa em História Imperial Brasileira pela FEBACLA.



Artigos de Augusto Damas


Por Augusto Damos 8 de junho de 2026
A imprensa no Brasil teve início em 1808, com a chegada da corte portuguesa liderada por Dom João VI ao Rio de Janeiro. Até então, a circulação de informações impressas era proibida na colônia. A mudança ocorreu com a instalação da Imprensa Régia, na residência de Antônio Araújo de Azevedo, o Conde da Barca, localizada na Rua do Passeio, nº 44, no centro da capital. O equipamento tipográfico, trazido da Inglaterra, possibilitou a produção das primeiras publicações oficiais no país. Em 10 de setembro de 1808, passou a circular a Gazeta do Rio de Janeiro, considerado o primeiro jornal publicado em território brasileiro. De caráter oficial, o periódico divulgava informações de interesse da corte portuguesa, como atos governamentais, notícias da família real e acontecimentos da política europeia, especialmente relacionados às guerras napoleônicas. No mesmo ano, em 1º de junho, foi criado em Londres o Correio Braziliense, editado por Hipólito José da Costa. Diferente da Gazeta, o jornal apresentava uma linha editorial crítica, defendendo ideias liberais como a monarquia constitucional e o fim da escravidão. Por esse motivo, enfrentou resistência da corte portuguesa e circulava no Brasil de forma clandestina. O Correio Braziliense foi publicado até 1822, totalizando 175 edições. Historicamente, há divergências sobre qual teria sido o primeiro jornal brasileiro: sob o critério cronológico, o pioneirismo cabe ao Correio Braziliense; já considerando o local de impressão, a primazia é da Gazeta do Rio de Janeiro. Com a evolução da imprensa, surgiu em 1º de junho de 1821 o Diário do Rio de Janeiro, dirigido por Zeferino Vitor de Meirelles. Inicialmente voltado a anúncios e informações comerciais, o periódico também passou a abordar temas políticos, demonstrando alinhamento com as ideias de independência. A censura à imprensa foi formalmente abolida por decisão das Cortes de Lisboa, mas a garantia plena da liberdade de expressão no Brasil só foi consolidada com a Constituição de 1824. No século XX, os meios de comunicação avançaram para além do impresso. Em 20 de abril de 1920, teve início a radiodifusão no país, com iniciativas lideradas por Edgar Roquette-Pinto no Rio de Janeiro. Já em 1950, o Brasil entrou na era da televisão com a criação da TV Tupi, idealizada por Assis Chateaubriand. A emissora foi pioneira na transmissão de imagens no país, permanecendo em atividade até 1980. Atualmente, com o avanço das tecnologias digitais e da inteligência artificial, os meios de comunicação continuam em constante transformação, ampliando o acesso à informação e redefinindo a forma como a sociedade se comunica.  Comendador Augusto Antonio Carvalho Damas